Tem tanta coisa que não dá pra explicar... que simplesmente se sabe, sem que alguém tenha lhe falado, tem outras que mesmo correndo atrás de informação jamais saberemos a explicação. 

Pense na dúvida que teria um garçom com a seguinte questão:

- Se esta garrafa está vazia, por quê que os pneus daquele carro estão cheios? Não é o mesmo ar que enche os pneus e a garrafa?

Você sabe? Tem certeza? Pense bem... de repente a explicação não é tão óbvia assim. 

;) 

Currently listening to: O Teatro Mágico
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Posted by admirador on December 12, 2006 at 03:18 PM in Cronicas | Comente

Tela Foema

Foema é considerada a classe mais prestativa na hora da caça em grupo, ou até mesmo individual.
Nas guerras, pode estabelecer um ligação de buffs que aumentam a força e defesa de seus amigos, essas são as Battle Foemas ou Foemas Buff.
Tambem pode-se, a foema, curar e ressucitar um amigo após a morte, são as foemas White, que ultizam as forças divinas para atacar, defender e ajudar um amigo.
Por ultimo, e nao mais importante temos a Black Foema, a foema que tem maior ataque dentro do jogo. ultiliza forças da natureza e negra para atacar.

Saiba como configurar o status de sua foema.

Battle Foema/Foema Buff
Essa foema concentra seus poderes em aumentar sua força, evasão (desvio) e buffs.

Status:
Força: Seu poder se concentra aqui, pois aumenta seu dano.
Inteligencia: Coloque aqui para pode usar seu set.
Destreza: Coloque pontos consideraveis aqui, portanto passar de 450 seria desperdicio.
Constituição: Passar de 100 tambem seria desperdicio.

Armas:
Esse tipo de foema tem um grande vastidao de armas que pode usar. Portanto, uma foema com arco é bem mais rapida com uma foema de Espada Arco aumenta sua velocidade de ataque, fazendo assim ter um otimo critico.

Set:
Essa foema tem que ter um set concentrado em aumento de dano e critico. Com exeção da luva que pode ter aumento de dano e defesa. Um set com add skill nao seria ruim, desde que tenho dano incluido.

Equipes de suporte:
Amuletos: add dano, hp, força, e velocidade.
Brincos: hp ou velocidade.
Gemas e Anks: que adicionem hp ou critico.

White Foema
Tipo de foema, que precisa de muita inteligencia. Seu dano é baseado na magia e em seu hp.

Status:
Força: o bastante para usar seu set.
Inteligencia: concentre aqui.
DEstreza: adicione aqui, vc ira precisar para ter um bom desvio.
Constituição: aqui é sua opção terciaria.

Armas:
Escudo + Cajado

Set:
É importante lembra que essa foema é de suporte. Portanto precisa de uma alta defesa e muito hp, que pode ser conseguido com o chapeu.

Equipes de Suporte:
Amuletos: add hp, iteligencia.
Brincos: hp ou mp.
Gemas e Ank: hp

Black Foema
Foema com alto dano. Muito essencial e muito forte.

Status:
Força: somente para usar o set.
Inteligencia: seu status principal. Adicione o maximo aqui.
Destreza: não precisa muito, a nao ser que queira tem um desvio consideravel.
Constituição: acho que nao é muito importante já que você tem skill que aumente seu life.

Armas:
Cajados

Set:
Adicione ataque magico e defesa.

Equipes de suporte:
Amuletos: add hp, inteligencia e atk magico.
Brincos: ataque magico
Gemas e Ank: hp

Posted by admirador on November 25, 2006 at 04:43 PM in 4Fun | Comente


Partir é inevitável.
(Texto de Ailin Machado)

Estamos sempre partindo.

Um dia abandonaremos o conhecido, seja impulsionados por insatisfação, necessidade ou desejo. Em algum momento chegará o fim da inocência escolar, da proteção da casa dos pais, do conforto de um abraço, do calor de um beijo, de um casamento falido, do emprego insatisfatório, da vida. Querendo ou não, partiremos. É a única certeza verdadeira. A grande certeza.

Partir é essencial. Por mais que tenhamos consciência do que, de quem, nos cerca, os fatos, detalhes ínfimos e tão importantes, pessoas, lugares, cheiros, músicas, só se tornam especiais ao virarem história; a velha mania tão humana de valorizar apenas o perdido. Ou o vivido.

Partir é a coragem de abandonar o mapeado e rumar para o incógnito, sem trilha marcada nem estrada pavimentada. É curtir o nó no estômago diante no novo, essa paisagem tão bela e pouco apreciada.

Partir nos faz mais fortes, curiosos, atentos. Atiça os sentidos. Ficamos menos dependentes e nos livramos dos grilhões (para alguns, confortadores) do familiar. Partir causa movimento porque, assim como água parada apodrece, nós corremos o risco de virar rascunhos de nós mesmos ao acostumar com a estagnação. Nada é mais perigoso do que ficarmos satisfeitos com o medíocre.

Partir pode doer para quem fica, mas não mata. Ao contrário, cria infinitas e novas possibilidades de histórias a serem desenhadas com quaisquer cores (ou ausência delas para os mais melancólicos) numa folha em branco. Num futuro todo. Numa existência plena.

Viva cada história até o último detalhe, tome até a última gota de todos seus momentos porque não há nada mais reles do que abandonar a vida por covardia, esconder-se dela detrás de falsos motivos. Não há nada mais deprimente do que alguém que finge partir quando, na verdade, está fugindo. Furtar-se a viver plenamente com toda a dor, alegria, tristeza, desamores e paixões é o mesmo que não ter nascido.

Mas vá, se sentir que precisa ir. Vá, se o que o move é impossível de domar. Não deixe o medo paralisá-lo. Ignore os que não entendem, criticam, alertam, amedrontam porque esses, enquanto você segue seu faro, escrutina o desconhecido, permanecerão no mesmíssimo lugar. Criarão musgo, não sairão do decadente quarteirão da resignação—e isso sim é assustador.

Por isso tudo, estou indo.



Desculpem, cansei de brincar de Deus, infelizmente não existe como ensinar as pessoas algo que elas ainda não estão preparadas para aprender.
O tempo proverá a todos o que eu não soube ensinar, espero que o que tenham vivido ao meu lado seja de algum valor em suas vidas futuras.
Não quero des-estimular ninguem sobre o jogo, eu mesmo adoro isso - infelizmente não tenho mais prazer na forma que estou conduzindo ele e no retorno que ele tem me dado assim.

Tenho muito a agradecer por tudo que vivi aqui, os amigos que fiz desejo guardar para toda a vida assim como o amor que eu encontrei.

E antes que pensem:
- Vamos conversar, não é assim.
Desta vez é definitivo, pelo menos para o char Dexavator, talvez o jogador Christiano um dia volte - anonimo, desconhecido... mas infelizmente não suporto mais levar a mesma bandeira de sempre, o jogo a muito deixou de ser diversão para ser stress e responsabilidade.

Ainda não sei de nada, nem tenho idéia do que farei - só sei que não desejo mais responsabilidades dos que as que sou obrigado a ter.

Queria apenas deixar para todo os amigos algumas frases feitas, que transmitem tudo que eu quis passar neste jogo:

Se a força faz vencedores, a concórdia faz invencíveis.
Seja o que desejar fazer, não faça sozinho a diversão deste jogo é o conjunto de idéias e as soluções que encontramos nos grupos, senão jogariamos "The Sims".

Olho por olho... e o mundo ficará cego. (Gandhi)
Não precisa de explicações, acho que todo mundo aqui entende bem isso.

Tempo Rei
Maxima lei... não importa o que aconteça, o tempo proverá a solução, nenhuma verdade fica encoberta eternamente - faça o melhor de ti, sem esperar dos outros, contribua... pois o tempo (não os outros) te dará o devido valor...


Posted by admirador on August 29, 2006 at 01:57 PM in Acontecendo | Comente

Já era uma vez
Por Paulo Leminski

Era uma vez uma história bem pobrezinha, tão pobrezinha que não tinha personagens, não tinha começo, não tinha meio, não tinha fim, nem enredo ela tinha. E para que serve uma história sem enredo?

A pobre da nossa história andava por aí pedindo:

- Um enredo, pelo amor de Deus!

Mas ninguém dá a mínima atenção a uma história sem enredo.

E a historinha sem enredo passava por grandes histórias, cada uma mais orgulhosa do seu enredo.

Uma era a história de um cavaleiro de armadura que atacava até moinhos de vento.

A historinha olhava e dizia:

- Puxa!, isso é que é enredo. Quem dera eu tivesse um enredo assim!

Outra era a história de um médico que virava monstro e de um monstro que virava médico. Tinha também a história de um rei que tinha uma távola redonda. Todas as histórias tinham enredo, menos a nossa.

Um dia, nossa história decidiu, “vou sair pelo mundo e vou encontrar um enredo, custe o que custar”.

Assim, nossa história correu mundo, conheceu todos os lugares, viu cidades imensas, ouviu a queixa das pessoas, o som das trombetas e o barulho dos cascos dos cavalos do rei. Viu bandidos serem enforcados, foi presa, foi solta, foi presa de novo, fugiu.

Assim, os anos se passaram, e assim a nossa história voltou ao ponto de partida. Agora, já era uma velha história, uma história que os pescadores contavam nas noites de lua, as velhas contavam para as crianças dormir, e as pessoas sonhavam quando queriam esquecer da vida.

Um dia, nossa história estava para morrer. Então, ela reuniu em sua volta todas as pequenas anedotas da vizinhança, os episódios mínimos e as piadas sujas e disse:

- Meus amores, antes de partir tenho uma coisa muito importante para contar a vocês, que vão alegrar os homens, fazer as mulheres chorarem e apavorar as crianças.

Já era quase nada, quando conseguiu dizer:

- Era uma vez uma história bem pobrezinha, tão pobrezinha que não tinha personagens, não tinha começo, não tinha meio, não tinha fim, nem enredo ela tinha.

E morreu dizendo:

- Para que serve uma história sem enredo?

Posted by admirador on July 20, 2006 at 01:23 PM in Cronicas | Comente

O povo da caverna

Sombras

Há muito tempo atrás, ou talvez não muito tempo assim, havia uma tribo em uma caverna fria e escura. Os habitantes da caverna se apertavam e gritavam contra o frio. Eles se lamentavam em voz alta e demoradamente. Era só isso que faziam. Era tudo o que sabiam fazer. Os sons na caverna era tristes, mas as pessoas não sabiam disso, porque nunca tinham conhecido a vida.

Mas, então, um dia eles ouviram uma voz diferente. "Eu ouvi seu choro" ela disse. "Eu senti seu frio e vi as suas trevas. Eu vim para ajudar".

Os habitantes da caverna permaneceram em silêncio. Eles nunca tinham ouvida esta voz. A esperança soava estranho aos seus ouvidos. "Como é que vamos saber que você veio ajudar?"

- "Confiem em mim", ele respondeu. "Eu tenho o que vocês precisam".

O povo da caverna examinou no escuro até a figura do estranho. Ele estava empilhando alguma coisa, então curvava-se e empilhava mais.

- "O que você está fazendo?", alguém gritou, nervoso.

O estranho não respondeu.

- "O que você está fazendo?", gritou alguém em voz ainda mais alta.

Nenhuma resposta ainda.

- "Diga-nos", exigiu um terceiro.

O visitante ficou em pé e falou na direção das vozes: "Eu tenho o que vocês precisam". Com isso ele virou-se para a pilha a seus pés e acendeu-a. A madeira pegou fogo, chamas levantaram-se e a luz encheu a caverna.

O povo da caverna afastou-se com medo. "Ponha isso para fora", gritaram.

- "Dói olhar para isso".

- "A luz sempre dói antes de ajudar", ele respondeu. "Cheguem mais perto. A dor logo vai passar".

- "Eu não", declarou uma voz.

- "Nem eu", concordou uma segunda.

- "Só um tolo iria se arriscar a expor seus olhos a uma luz assim".

O estranho chegou perto do fogo. "Vocês prefeririam a escuridão? Prefeririam o frio? Não consultem seus temores. Dêem um passo de fé.

Por um bom tempo ninguém falou. As pessoas pairavam em grupos cobrindo os olhos. O fazedor de fogo ficou de pé próximo do fogo. "Está quente aqui", convidou.

"Ele está certo", alguém atrás dele anunciou. "Está mais quente". O estranho virou-se e viu um vulto caminhando em direção ao fogo. "Eu consigo abrir meus olhos agora", ela proclamou. "Eu consigo ver".

- "Chegue mais perto", convidou o fazedor de fogo.

Ela chegou. Ela caminhou para o anel de luz. "Está tão quente!" Ela estendeu as mãos e suspirou quando o frio começou a passar.

- "Venham, todos! Sintam o calor", ela convidou.

"Quieta, mulher", gritou um dos habitantes da caverna. "Vai ousar nos arrastar para a sua tolice? Deixe-nos e leve sua luz com você".

Ela virou-se para o estranho. "Por que eles não virão?"

- "Eles escolhem o frio, porque embora é frio, é o que eles conhecem. Eles preferem ficar com frio do que mudar."

- "E viver no escuro?"

- "E viver no escuro."

A agora quente a mulher ficou em silêncio. Olhando primeiro no escuro e depois no homem.

- "Você vai sair do fogo?", perguntou.

Ela fez uma pausa e então respondeu: "Eu não posso. Eu não consigo suportar o frio." Então ela falou novamente: "Mas também não posso suportar pensar no meu povo no escuro.

"Você não tem que fazer isso", ele respondeu, alcançando o fogo e tirando um graveto. "Leve isto para o seu povo. Diga-lhes que a luz está aqui e que a luz é quente. Diga-lhes que a luz é para todos os que quiserem."

E assim ela pegou a pequena chama e caminhou para dentro das sombras.

Posted by admirador on July 17, 2006 at 01:46 PM in Acontecendo | Comente
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